domingo, 28 de abril de 2013
Momentos...
A brincar comunicamos, a brincar experimentamos, a brincar estamos a pensar o que estamos a fazer e como queremos fazer, a brincar desenvolvemo-nos.
" Vamos fazer um bolo" diz a Beatriz para a Teresa
Brum...Brum... Faz o Alexandre
a Teresa a observar e verificar que as duas peças são iguais
Um lanchinho para a Benedita, a sara e a carolina
Um "avião" diz a Maria
Uma "pistola" diz o Lourenço
A experimentar... A construir...
Beijinhos no porquinho, dá a Marta, "é fofinho" diz
Leitinho ao lanche
Começámos esta semana a beber leite pelo copo ao lanche, estava muito bom.
depois do leite pão com manteiga
Informo que as crianças mais novas ainda não bebem o leite, ainda estão na papa por mais um mês (mais ou menos).
Esta sala tem uma diferença de idades relevante, mas pouco a pouco vamos introduzindo as alterações que no fundo significam aproximações, deste modo já ninguém come sopa passada, a sopa já só tem os legumes e todos comem segundo prato, a água já é bebida pelo copo sem tetina e em breve será o leite. Contamos com as famílias para que haja uma continuidade, para que haja progresso. Daqui a nada estamos na sala dos dois anos e vamos almoçar ao refeitório, e tudo isto acontece mais depressa do que pensamos...
sábado, 27 de abril de 2013
Brincar... "Aos Puzzles"
Os puzzles são uma "forma de brincar" muito importante no desenvolvimento da criança, estimulam o desenvolvimento físico, neurológico, psicomotor, a noção espacial, a perceção visual, desenvolvem a capacidade de concentração, promovem a resolução de um problema (como conseguir atingir o objetivo, colocar a peça no local certo),
proporciona á criança lidar com a frustração e procurar uma solução (resolução de problemas estimula o raciocínio cognitivo)...
Promove a socialização...
Por vezes a criança joga sozinha, descobre sozinha...
Pedagogos defendem que os movimentos com os olhos e com as mão executados ao brincar com puzzles poderão ser facilitadores e preparar melhor as crianças para o hábito da leitura.
quinta-feira, 25 de abril de 2013
domingo, 21 de abril de 2013
O controle dos esfíncteres
Estávamos á espera do bom tempo para dar início a esta “tarefa”.
Muitos de vós interrogar-se-ão se o/a vosso/a
filho/a está preparado/a para largar as fraldas. Segundo Brazelton, a criança
por volta dos dois anos possui capacidade fisiológica para controlar o ânus e a
bexiga, conseguindo aguentar a urina e as fezes durante algum tempo (obviamente
curto). Claro que cada criança tem o seu ritmo e que devemos respeitar. A
melhor forma de percebermos se a criança está preparada para esta etapa
prende-se com a sua maturidade fisiológica, seu desenvolvimento motor ( a
criança tem de saber andar…), sócio-afetivo(a criança quer imitar o adulto,
quer fazer coisas sozinha…)e oral (o domínio linguístico permite á criança
entender o que o adulto lhe transmite, assim como se fazer entender por este
quando necessita de usar o bacio/ a sanita).
Meio a brincar, meio a sério, começámos a experimentar sentar as crianças mais velhas na sanita nosmomento de higiene antes e após o almoço. A ideia era de observar a reação das crianças perante esta situação. Ficamos surpreendidas pela positiva, pois reagiram bem, havendo já crianças a pedir para ir e fazer as suas necessidades fisiológicas neste período. Convêm referir que não ficavam mais do que dez minutos sentadas na sanita.
Na sala esta situação surgiu através de conversas, de observação das crianças da sala dos dois anos, de leitura/visualização de livro que mencionava esta situação.
Mas para levar mais a sério esta etapa e também para haver sucesso é muito importante a colaboração da família.
Como
vamos fazer na creche:Como sabem a casa de banho da creche é pequena e
serve dois grupos, o nosso e o da sala dos dois anos,por este motivo quando se
inicia a tarefa de usar os bacios estes têm de ser colocados na sala, mas como
nós começamos por experimentar pôr as crianças sanita e o nível de aceitação da
mesma foi muito positivo, optámos por ir usar os dois elementos, o bacio e a
sanita.
Entre as 10h e as 11h – sanita
Após o almoço – sanita
Esta situação é sempre conversada com a criança, ela é envolvida em todo o processo. A criança que não quiser usar nenhum dos elementos não será forçada, mas continuará a ser estimulada, para que acabe por ter iniciativa.
Os pais serão informados através de registo do “êxito” da criança.
Convém referir que o uso da fralda mantém-se tempo inteiro, até verificarmos que a mesma já não é necessária
Como fazer em casa:
Seria importante que no fim-de-semana a criança seguisse este mesmo horário. Deverão também criar outro horário, como por exemplo quando acorda de manhã e antes de ir dormir (pôr fralda da noite), ou após o jantar.
O elemento a usar, bacio/sanita, fica ao vosso critério, visto que a criança na creche estará familiarizada com ambos. Em caso de utilizar o bacio, o local onde colocar o mesmo fica ao vosso critério. Apenas considero que a criança deve estar vigiada e não deve ter muitos elementos que a distraiam
O tempo a permanecer sentada no início não deverá ser superior a dez minutos, depois a pouco e pouco irão percebendo como é que a criança reage melhor e qual o seu tempo de resposta.
Muito importante:
A roupa da criança deve ser muito prática (por isso é que costumamos esperar pelo bom tempo, menos roupa, menos complicação)
Ø Não usar cintos, suspensórios, ou outros “apetrechos” que não sejam facilitadores desta tarefa e também da autonomia da criança;
Ø Os bodies devem ser substituídos por camisolas, para que não caiam para dentro dos bacios/sanitas, para que vestir e despir seja um processo mais fácil;
Ø Uso dos collants apenas para quando a criança usa saias/vestido;
Ø Os pais que desejarem podem mudar para as chamadas fraldas “trainer”. Do meu ponto de vista ainda desaconselho o uso de cuecas, pois estamos no início, vamos devagar e tentando não confundi-los;
Ø Os pais devem ensinar às crianças como se faz, devem conversar, podem mostrar gravuras, livros que mencionam esta nova etapa;
Ø Todos devemos ter muita paciência e respeitar o ritmo da criança, esta é uma tarefa árdua que exige tempo e calma;
Ø Todos devemos ser incentivadores e elogiar cada “êxito”;
Ø Não desistir;
Ø Todas as crianças devem trazer nas suas mochilas pelo menos duas mudas de roupa completas e adequadas ao tempo atmosférico;
Ø Comunicar, a família com a equipa da sala e vice versa.
(esta situação está apenas a acontecer com as crianças que já completaram dois anos ou que os completam até junho)
O texto é da autoria da educadora, baseado em leitura sobre esta temática.
Quarteto Vocal
No dia 17 fomos assistir a um Ensemble Vocal, organizado pela foco musical. Foi na nossa escolinha, no ginásio. Estivemos sempre muito curiosos e atentos, portámos-mos muito bem. Eram duas vozes masculinas, duas vozes femininas e um maestro. Cantaram uma estória. Aqui ficam algumas imagens desse evento.
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